Logística ferroviária da Rumo acelera exportações via Rio Verde | Rumo

Logística ferroviária da Rumo acelera exportações via Rio Verde

A logística ferroviária da Rumo cresce em Goiás e Tocantins com novos terminais estratégicos. Confira os planos da companhia para o escoamento de grãos.

Dois homens sentados em poltronas durante entrevista, um deles segurando um microfone, com mapa da malha ferroviária ao fundo.

Logística ferroviária da Rumo cresce com novos terminais

logística ferroviária da Rumo consolidou-se como o principal eixo de escoamento para o agronegócio brasileiro, conectando o interior do país ao Porto de Santos com eficiência e novos investimentos. Durante a Tecnoshow Comigo, Diogo Velloso, diretor comercial da companhia, destacou o avanço da infraestrutura ferroviária nos estados de Goiás e Tocantins, reforçando o papel estratégico da empresa para a competitividade do produtor rural em 2026.

Expansão da malha e novos terminais estratégicos

O crescimento da malha operada pela Rumo é fruto de um cronograma rigoroso de expansão. Após o início das operações no terminal de Alvorada (TO), a companhia inaugurou recentemente duas novas unidades fundamentais para o setor:

  • Terminal de Gurupi (TO): Já em plena operação, ampliando a capacidade no Norte do país.
  • Terminal de Porangatu (GO): Focado na operação de farelo de soja, atendendo a demandas específicas de parceiros regionais.

Essa expansão visa encurtar as distâncias entre as lavouras e o mercado externo. Segundo Diogo Velloso, a proximidade com o produtor na feira é essencial para entender o “ritmo da lavoura” e alinhar a oferta de vagões à necessidade real de escoamento de soja, milho e açúcar.

Terminal de Rio Verde: Multimodalidade e Insumos

Terminal de Rio Verde é um exemplo de sucesso na diversificação da logística ferroviária da Rumo. O que começou como uma operação exclusiva para grãos (soja e milho), hoje evoluiu para um hub logístico completo que atende diferentes frentes do agronegócio:

  1. Exportação de Farelo: Atendimento a grandes players da região sudoeste de Goiás.
  2. Transporte de Fertilizantes: Com capacidade para 1,5 milhão de toneladas, garantindo que o insumo chegue ao produtor com custo mais competitivo.
  3. Combustíveis e Energia: No início de 2026, foi inaugurada a operação de transporte de diesel e gasolina vindos das refinarias, além do escoamento de etanol produzido em Goiás para grandes centros como a Replan, em São Paulo.

Essa estrutura permite que o trem não viaje vazio, otimizando o frete e reduzindo os custos operacionais para toda a cadeia produtiva.

Perspectivas para o escoamento da safra 2026

Mesmo diante de uma projeção de safra de soja ligeiramente menor que o recorde anterior, o cenário para o escoamento da safra 2026 é de absoluto otimismo. A Rumo projeta crescimento nos volumes transportados, impulsionada pelo estoque de passagem positivo registrado nos meses de janeiro e fevereiro.

“A gente pretende crescer os volumes transportados, não só no estado de Goiás, mas como em outras regiões, como no estado de Mato Grosso”, afirma Diogo Velloso.

Consolidação em Rio Verde e parcerias futuras

Para o futuro imediato em Rio Verde, a estratégia é a consolidação das operações de fertilizantes e combustíveis, ganhando participação de mercado e aumentando a eficiência das descargas.

Além disso, uma novidade importante para o setor é a nova operação em Palmeiras de Goiás. Em parceria com a cooperativa Comigo, uma nova fábrica deve ser inaugurada entre o final deste ano e o início de 2027, contando com uma estrutura ferroviária dedicada para a exportação de farelo de soja diretamente ao Porto de Santos.

Benefícios da Logística Ferroviária para o Produtor:

  • Redução de Custos:Fretes de fertilizantes e combustíveis mais baratos em comparação ao modal rodoviário puro.
  • Previsibilidade:Maior controle no fluxo de entrega no Porto de Santos.
  • Sustentabilidade:Menor emissão de CO2 por tonelada transportada.
  • Escalabilidade:Capacidade de movimentar grandes volumes em curtos espaços de tempo.

A Rumo quer estar cada vez mais próxima das necessidades do campo, transformando trilhos em oportunidades de crescimento para o agronegócio goiano e brasileiro.

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